Saúde e educação são as áreas mais afetadas pela falta de repasses do Estado

A dívida do Governo do Estado com as prefeituras de Minas a cada atualização da Associação Mineira de Municípios “AMM” só aumenta. Em Recreio, já são mais de R$ 2,7 milhões confiscados. As principais áreas afetadas são saúde e educação. No Município, a dívida com Transporte Escolar, FUNDEB e recursos para Saúde ultrapassam os R$ 2,3 milhões.

Veja os dados atualizados pela AMM em 28 de novembro de 2018:

  • ICMS de 25/09 e 16, 30/10 e 13/11/2018…R$ 290.122,63;
  • FUNDEB (juros e correções de 2017)…R$ 90.966,46;
  • Saúde (COSEMS MG)…R$ 1.048.476;
  • ICMS (juros e correções de 2017)…R$ 110.041,33;
  • Piso Mineiro da Assistência Social…R$ 46.200;
  • Transporte Escolar…R$ 12.600;
  • FUNDEB 2018 (retidos do ICMS e IPVA para educação)…R$ 1.171.032,68;
  • Total…R$ R$ 2.769.439,12.

Na região várias cidades já decretaram situação de emergência financeira, por causa desta falta de repasses, entre elas: Muriaé, Miraí, Leopoldina, Cataguases, Dona Euzébia e etc.

Em Recreio, até o momento houve redução do horário de expediente das repartições públicas, passando a funcionar de 7h às 13h, com exceção dos serviços essenciais. Na última terça-feira (27) durante uma reunião de prefeitos da região em Cataguases foi discutida a possibilidade de uma paralisação geral nos dias 10 e 11 de dezembro. No dia 7, uma nova reunião está marcada, desta vez em Juiz de Fora.

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